Placemaking: como espaços mais humanos estão transformando as cidades

As cidades estão mudando. E essa transformação vai além da construção de prédios, avenidas e novos empreendimentos.

Em diferentes partes do mundo, o placemaking — conceito que valoriza a criação de espaços urbanos mais humanizados — tem orientado arquitetos, urbanistas, designers e outros profissionais a pensar a cidade a partir das pessoas.

A ideia é criar lugares que estimulem a convivência, o encontro, a circulação e a permanência. Espaços que não sejam apenas bonitos ou funcionais, mas que façam sentido para quem vive e circula por eles.

Na prática, o placemaking pode aparecer em uma praça com áreas de convivência, em calçadas mais confortáveis, em espaços que reúnem comércio, lazer e serviços ou em áreas públicas que convidam as pessoas a permanecer.

Mais do que criar estruturas, o conceito considera como as pessoas vão utilizar determinado espaço e quais experiências ele pode proporcionar. É uma mudança de perspectiva: a cidade deixa de ser pensada apenas para funcionar e passa também a ser planejada para acolher.

Esse movimento já influencia projetos urbanos em diferentes partes do mundo e mostra que pensar as cidades a partir das pessoas pode contribuir para criar ambientes mais agradáveis, conectados e com maior qualidade de vida.

Para cidades em crescimento, como Cascavel, conceitos como o placemaking também abrem espaço para novas formas de pensar os bairros, os espaços públicos e a relação das pessoas com a cidade.

Foto: Somos Cidade


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